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Crítica de Filme: Han Solo: Uma História de Star Wars

30. 05. 2018

E agora mais um filme da Guerra das Estrelas para tornar a cronologia da saga ainda mais difícil de perceber para pessoas não iniciadas. Neste caso não é assim tão importante visto que apenas têm de saber que a ação toma lugar, algures entre o terceiro (na verdade, o sexto) e o quarto filme (na verdade, o primeiro). De qualquer modo, o smuggler mais famoso de toda a galáxia está de volta. Ele é provavelmente um dos personagens mais adorados do universo da Guerra das Estrelas e achamos que o seu spin-off foi muito bem merecido. A sua atitude de macho é quase tão famosa como o seu meio-sorriso, mas desta vez a Disney fez uma grande aposta ao abrir um casting para substituir o ator Harrison Ford. Vamos ver como é que isso resultou.

Um elenco de primeira classe

Se vais fazer um filme sobre um dos personagens mais adorados em toda a saga, tens de escolher um elenco que esteja à altura das tuas ambições. E a Disney simplesmente fez isso. Primeiro, Alden Ehrenreich (sim, tivemos de fazer copiar/colar este) que acarreta o que é provavelmente o maior desafio no filme, interpretar um personagem que estará sempre associado a Harrison Ford. Ele está a fazer um trabalho bastante bom, especialmente porque ele não se restringe apenas a tentar copiar o estilo de Ford. O seu amor de longa duração é interpretado por Emilia Clarke (sim, a mãe dos dragões na Guerra dos Tronos), a qual está a fazer um bom trabalho. Woody Harrelson, por outro lado, é um grande mentor para o pequeno Han Solo e Paul Bettany foi um grande vilão, apesar de termos desejado ter mais falas e uma representação maior antes de morrer tão rapidamente. Os outros atores são todos mais ou menos famosos e integram-se bem na história. Especialmente Chewie. Mas nós adoramos Chewie por isso não conseguimos ser bem objetivos neste ponto.

Uma surpreendentemente boa história

Eu penso que todos nós temos o mesmo sentimento em relação ao novo filme da Guerra nas Estrelas: é bom ver mais daquela Galáxia longínqua mas preferíamos filmes de qualidade em vez de um a cada ano. Por outro lado, este filme não estando associado diretamente às principais três trilogias, e com tão pouca história de Han Solo, para além do facto de ele ter feito a Kessel Run em 12 parsec, podem dizer que o cenário beneficiou de tanta liberdade. E se Rogue One tem alguma coisa em comum com este filme, é o fator “sem jedi”. E parece mesmo que “sem jedi” é o caminho certo para fazer bons filmes. O universo da Guerra das Estrelas é suficientemente grande para sobreviver sem a força uma vez por outra.

O começo de uma nova era

Quando a Disney comprou todo o franchise da Guerra das Estrelas, prometeu muito conteúdo a ser lançado e até agora mantiveram a sua palavra. Por outro lado, também explicaram que vão divagar da história principal e não se sentem obrigados a respeitar os principais códigos da saga criada por George Lucas. Este filme mostra claramente a ambição deles. Claro que têm Han Solo e Chewbacca a bordo  da Millenium Falcon, e muitas referências à história original escondidas. Mas por outro lado, este filme rompe com algumas das regras mais convencionais da Guerra das Estrelas. Todos os “heróis” não são assim tão heróicos apesar de terminarem a lutar por uma boa causa. Mas, por exemplo, este é o primeiro filme Guerra das Estrelas a não começar com o clássico texto a passar no ecrã. Como fã da Guerra das Estrelas isto é um ato iconoclasta. O que também mostra que a Disney está pronta a quebrar os códigos e usar o universo Guerra das Estrelas de maneiras diferentes. E isso pode ser bom para o futuro da saga.

Por fim, o filme foi bastante divertido. Não o recomendaríamos a nenhum fã de morte da Guerra das Estrelas, especialmente se não gostou nenhum dos 3 filmes lançados depois da Disney ter tomado o franchise. No entanto, se gostam de bons sucessos de bilheteira ou se, como nós, simplesmente adoram as aventuras da Guerra das Estrelas pelo que são e gostariam de ver mais combates espaciais, este é um filme que definitivamente vão gostar.

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