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Frida Kahlo: O símbolo do México e do Feminismo

25. 12. 2020

Viva la Frida! Poucas mulheres foram bem-sucedidas como pinturas no último século, quando o mundo ainda era, maioritariamente, dos homens. Poucas mulheres conseguiram tornar-se num símbolo do seu país e do movimento feminista ao mesmo tempo. Frida Kahlo não foi certamente uma esposa normal do seu famoso marido. Ela foi uma personalidade livre e independente – praticamente uma ovelha negra no seu tempo. Infelizmente, a sua vida não foi longa, foi cheia de luta e dor e com um destino adverso, mas afetou milhões de pessoas de todo o planeta. Saibam mais sobre a pintora Mexicana com relevância nas tendências atuais!

 

“Não quero saber uma m*rda do que o mundo pensa. Eu nasci uma cabra, eu nasci pintora, eu nasci f*dida. Mas fui feliz à minha maneira.“

Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón nasceu nos subúrbios da Cidade do México a 6 de julho de 1907, a terceira filha seguida do fotógrafo Guillermo Kahlo e a sua esposa Matilda. Enquanto o seu pai vinha de uma família com raízes alemãs, a sua mãe era natural da América. Assim Frida sentias-se como uma mediadora entre a cultura europeia e mexicana, o que veio a influenciar o seu trabalho.

 

 

“Nós conseguimos suportar muito mais num final de dia do que aquilo que pensamos.”

O destino de infortúnio manifestou-se desde tenra idade – aos 6 anos, sofreu poliomielite, o que a tornou coxa e com pernas de diferentes tamanhos, que Frida escondia de baixo das suas longas saias. Quando tinha 18 anos, ficou gravemente ferida num acidente de autocarro no sanatório, onde ela se deslocava para a reabilitação das consequências da poliomielite. Ela foi submetida a diversas cirugias, mas infelizmente ficou com dores insuportáveis até ao fim da sua vida. 

Contudo, até este acidente, a vida de Frida estava a correr bem – estava a dedicar-se ao desporto e a estudar medicina. Nessa altura era uma das 35 raparigas aceites a estudar na prestigiada Preparatória (2000 rapazes estudavam lá!). E já na escola ela se destacava dos outros – fundou o grupo secreto Kachuchas e o seu comportamento era descrito frequentemente – no contexto daquele tempo – como ultrajante. Foi também na Preparatória que conheceu o seu futuro marido – o famoso pintor Diego Rivera, que trabalhou aqui em 1921-23 no quadro “Creation”. 

 

 

“Pés, para que os quero se tenho asas para voar.”

Mas foi em 1925 que Frida sofreu um acidente fatal no qual sofreu três fraturas da espinha, uma fratura da clavícula, costelas e bacia, onze fraturas na perna direita, um ombro deslocado e ainda, o estômago e útero foram perfurados por uma grade em ferro. As consequências deste acidente acompanharam-na até ao fim da sua vida. Ela não pode ter filhos, o seu grande desejo, por causa destes ferimentos. Depois do acidente, ela foi submetida a diversas cirurgias e passou mais de um ano numa cama de hospital. Foi nesta altura que pediu ao seu pai para trazer quadros e pincéis para o hospital. Ajustaram-lhe a cama, para que conseguisse deitar-se de lado e fixaram um espelho à cama para que ela se conseguisse ver. Nessa altura Frida começou a pintar auto-retratos que eram típicos dela. Pintou um total de 55 durante a sua vida.

Frida Kahlo é frequentemente considerada naive ou surreal, mas a própria pintora considerava-se mais realista. “Eu não pinto sonhos ou pesadelos, eu pinto a minha realidade”, disse. Como a sua realidade durante muito tempo foi ela própria e o seu mundo interior, ela pintou-se maioritariamente a ela mesma. “Eu pinto-me a mim mesma porque passo muito tempo comigo mesma, a minha cara é o motivo que eu melhor conheço.” Os seus outros motivos preferidos incluíam flores que ela pintava para que “nunca morressem”.

 

 

A minha vida teve dois grandes acidentes. Um foi o comboio e o outro foi Diego. Diego foi de longe o pior.”

Depois de ter deixado o hospital, Frida voltou à escola durante uns tempos. Ela levou os seus quadros ao pintor Diego Rivera, que ficou impressionado com os seus auto-retratos. Mas ele não gostava muito dos seus outros trabalhos, por isso ele aconselhou-a a continuar a pintar à sua maneira e não se deixar influenciar por ninguém. Tornaram-se amigos e mais tarde, casaram. Graças ao seu casamento, Frida juntou-se ao partido comunista e embarcou numa carreira de ativista pelos direitos das mulheres. Com Rivera, chegou a mudar-se para os EUA durante uns tempos, onde  começou a perceber as grandes diferenças nacionais e começou a agarrar-se às suas raízes mexicanas e a pintar quadros inspirados em arte folk local. Começou a colecionar antiguidades e a vestir fatos nacionais diariamente. Em 1939, Frida chegou a expor um quadro no Louvre em Paris numa exposição inspirada no México, onde se tornou numa sensação. Nos anos 40, já tinha as próprias exposições, maioritariamente em casa.

Quanto à sua relação com Rivera, tornaram-se num casal boémio lendário. Ambos eram pintores – ele era a princípio o mais famoso (mas também era 20 anos mais velho), e ambos entusiastas comunistas. Em 1939, chegaram a receber um representante do comunismo Russo, Trotsky, com quem Frida teve um caso amoroso. Resumindo, Frida era uma mulher de livre-espírito que fazia o que queria – fumava, bebia, era abertamente bissexual e era conhecida pela sua linguagem apimentada e por gostar de cantar canções obscenas aos seus convidados. Apesar do seu grande sofrimento físico e mental, ela era capaz de aproveitar a vida ao máximo, à sua própria maneira, influenciando assim as futuras gerações femininas.

 

 

“Espero que a saída seja alegre e espero nunca regressar.”

Frida Kahlo faleceu em 1954, com 47 anos, depois de não ter resistido a uma pneumonia, mas diz-se que a verdadeira razão da sua morte pode ter sido uma overdose. O álcool e as drogas não eram definitivamente estranhos para ela. “Eu bebo porque quero afogar o meu sofrimento, mas agora o maldito aprendeu a nadar.” Mas nunca ninguém investigou a verdadeira causa da morte. Apesar de Kahlo ter expressado no seu diário o seu desejo de nunca regressar a este mundo, na verdade ela nunca chegou a desaparecer dele. A sua história de vida é tão fascinante que muitas coisas foram criadas para a celebrar. Por exemplo, em 2002, ela foi retratada no filme Frida pela atriz mexicana, Salma Hayek. Na nossa loja, podem comprar decorações para casa e acessórios desta mulher incrivelmente forte que celebrou a vida. Viva la vida – foi esse o nome do seu último quadro. E como costumamos dizer – Viva la Frida! Que a vossa coragem de viver à vossa maneira inspirem todos nós!

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Citações de Frida Kahlo



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